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terça-feira, 8 de março de 2011

Casino Jack


Simplesmente EXCELENTE!!!

quinta-feira, 29 de julho de 2010

The Ghost Writer


Vi hoje e sinceramente recomendo a todos.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Nicolau Breyner Celebra 50 anos de Carreira em Palco


Nicolau Breyner assinala neste ano meio século de carreira. E, para celebrar a data, estreia hoje, no Casino Lisboa, um espectáculo em nome próprio em que faz uma reflexão sobre os muitos papéis que já interpretou e sobre a relação que tem com o Mundo.


Aquele que dizem ser o pai das novelas portuguesas (foi co-autor da primeira feita em Portugal, "Vila Faia") não gosta de fazer balanços de carreira. Diz que nunca planeou nada na vida. Ele que, no ano passado, foi operado depois de lhe ser diagnosticado cancro da próstata, prefere falar dos projectos que quer concretizar e, nessa ordem de ideias, revela que o cinema será a próxima prioridade. Mas, no imediato, é o espectáculo de "stand- up comedy" que está no centro das suas atenções.

Num tom intimista, Nicolau promete partilhar com o público as histórias mais divertidas dos bastidores do teatro, cinema e televisão, bem como algumas das suas inquietações actuais. "Por que é que os computadores nunca funcionam?" ou "quem é que se lembrou de criar casas de banho inteligentes?".

Ao longo do espectáculo, o actor, realizador e produtor canta algumas canções, sendo acompanhado por um trio de músicos. Em palco, estará também um ecrã, no qual se projectam vídeos com cenas de arquivo, representativas de vários momentos da sua carreira.

Numa entrevista que deu ao "Jornal de Notícias", Nicolau Breyner, à beira de completar 70 anos, adiantava que este não será um espectáculo saudosista porque é "o mais anti-saudosista que existe". E acrescentou que o que levará, entre hoje e o próximo domingo, ao palco do Auditório dos Oceanos e, mais tarde, em digressão pelo país "são reflexões a brincar sobre o quotidiano de um homem da minha idade".

O espectáculo pode ser visto de terça-feira a sábado, às 22 horas, e ao domingo, às 17 horas no Casino de Lisboa.

sexta-feira, 26 de março de 2010

The Cove - A Baia da Vergonha ( e que Vergonha!! )


Vi e sinceramente recomendo a todos para também verem este EXCELENTE documentário.

"The Cove" é realizado por Louie Psihoyos & como "convidado especial" Richard O'Barry.

O realizador Louis Psihoyos é o responsável por um magnífico documentário que nos apresenta uma devastadora e horripilante demonstração da extensão da crueldade da humanidade para com os animais. O cineasta viajou até à Baia do Taiji no Japão, uma localidade isolada que é habitada por uma extensa população de golfinhos que são constantemente massacrados pelos habitantes humanos daquela localidade que os traficam ou que os chacinam. Louis Psihoyos contou com a preciosa ajuda de Richard O'Barry, um treinador de golinhos, e da Oceanic Preservation Society, uma sociedade de activistas ecologistas, duas magnificas contribuições que auxiliaram este cineasta a desenvolver um desconcertante mas importante documentário que certamente irá chamar a atenção de qualquer espectador.

"The Cove" apresenta nos uma fantástica narrativa que resulta de uma excelente investigação que conseguiu desvendar uma atrocidade ambiental que deve ser contestada e terminada. Louie Psihoyos e a Oceanic Preservation Society embarcaram numa arriscada operação com o simples intuito de alertar o público japonês e mundial para os crimes que se cometem numa pequena localidade e para as devastadoras consequências que advêm dessas actuações criminosas contra o ecossistema. “The Cove” explora o massacre de golfinhos e cetáceos que acontece anualmente numa isolada localidade japonesa que posteriormente os comercializa em diversos mercados, como por exemplo, os da alimentação ou do entretenimento mas o elemento fundamental deste documentário não é a matança objectiva dos animais em questão porque semanalmente as potencias ocidentais são responsáveis pelo extermínio de milhares de bovinos ou caprinos, no entanto, esse massacre não é tão violento ou incompreensível como o perpetrado pelos japoneses. A polémica também é agravada porque a carne proveniente dos golinhos não é tão saudável como a dos restantes mamíferos porque apresenta um nível anormal de mercúrio, uma substância altamente perigosa, um pormenor que também é divulgado e abordado pelo documentário que ataca os responsáveis políticos daquela localidade porque fornecerem esse tipo de carne às escolas da região.”The Cove” também acompanha o emocionante caminho de arrependimento de Richard O'Barry, um conhecido treinador de golfinhos que participou activamente em “Flipper”, um famoso produto televisivo que aproximou os ocidentais dos golfinhos. Richard O'Barry capturou e treinou sem grande piedade inúmeros golfinhos mas quando um desses animais se suicidou à sua frente Richard O'Barry decidiu alterar radicalmente a sua vida e começou a defender os animais que maltratava, assim sendo, não hesitou em participar em “The Cove” e em apoiar as suas finalidade e os seus objectivos, ou seja, impedir o crescimento do tráfico de golfinhos.
As execuções das filmagens deste explicito documentário foram bastante arriscadas porque a comunidade daquela localidade não facilitou o trabalho dos investigadores, muito pelo contrario, enveredou numa verdadeira batalha contra todos os activistas que tentavam auxiliar os golfinhos e os cetáceos a sobreviverem às suas brutais execuções. As filmagens apresentam o melhor de uma investigação jornalística e o melhor de uma produção sobre espionagem porque este documentário apresenta ao espectador múltiplas informações valiosas que são exploradas e retratadas com qualidade e objectividade mas também nos oferece inúmeros momentos de ansiedade e incerteza quando os investigadores tentam descobrir o que realmente acontece na Baia do Taiji. “The Cove” também explora o lado político do massacre porque alegadamente o governo japonês sabe de tudo mas nada faz para impedir ou limitar esses acontecimentos, muito pelo contrário, exerce uma considerável e favorável influencia nos organismos internacionais que regulam essas matérias e que não criticam ou acabam com esta desnecessária atrocidade ambiental. A divulgação internacional desta produção não originou grandes repercussões internacionais porque a tradição do massacre de cetáceos e de golfinhos contínua bastante activa em várias regiões japonesas, no entanto, os movimentos contra o extermínio de golfinhos são cada vez maiores e mais fortes, assim sendo, as politicas japonesas em relação a esta questão são cada vez mais atacadas e contestadas e num futuro próximo talvez assistamos à proibição geral destas práticas violentas. “The Cove” é um excelente e inspirador documentário que merece ser visionado por qualquer espectador.

sábado, 13 de março de 2010

Remember Me - Estreia dia 18 de Março em Portugal


Acabei mesmo agora de o ver e confesso muito bom! Sem dúvida a não perder!

sábado, 26 de dezembro de 2009

Não deixem morrer o Cinema!

Cinema Paris

Os antigos cinemas de Lisboa vivem actualmente três cenários distintos: uma ínfima parte continua em actividade, uns fecharam e viram o seu espaço reutilizado, e diversos outros encontram-se actualmente ao abandono, com situações urbanísticas indefinidas ou pendentes.


Londres, São Jorge, King e Monumental e o antigo Cinema de Alvalade (agora Cine City), com maiores ou menores alterações, são dos poucos espaços resistentes de outros tempos, sobrevivendo num tempo dominado pelos cinemas em grandes superfícies comerciais.

Para o crítico e divulgador de cinema João Lopes, o cinema enquanto «fenómeno de consumo mudou radicalmente» nos últimos anos, predominando actualmente um «público acidental», que consome a sétima arte «como uma variante do consumo dos grandes centros comerciais».

«As salas isoladas passaram a ser pouquíssimas porque cinema passou a ser concebido como uma variante do género de oferta comercial dos grandes espaços», frisou o crítico, distinguido este ano pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) pela sua actividade como divulgador de cinema.

João Lopes partilhou com a agência Lusa uma memória vivida num dos antigos cinemas de Lisboa, que actualmente já "não existe", o Alvalade: «Recordo-me de ver lá o 'Suspeita', de Hitchcock, filme do começo da década de 1940 que vi algures durante o Verão de 1972 no Alvalade. Era um cinema arquitectonicamente muito especial. Tinha durante o Verão uma política de reposições e esta é uma memória que evoca o consumo de cinema com valores completamente diferentes dos de agora», frisa.

O antigo Condes, que fechou em 1996, foi transformado em 2003 no Hard Rock Café, que alterou radicalmente o espaço da Avenida da Liberdade.

O Cinema Império, por seu turno, foi adquirido no começo dos anos 1990 pela Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), que fez do edifício na Avenida Almirante Reis a sua sede em Lisboa o que no meu ponto de vista não muito correcto(mas é mesmo só a minha opnião) mas pelo menos o mitico Restaurante Império fico lá, o que no meu ponto de vista é um marco histórico no ramo da rstauração em Lisboa .

Já o Olympia, inaugurado em 1911, foi um espaço que viveu diferentes etapas: foi um local cultural por excelência, até que no pós-25 de Abril começou a projectar filmes pornográficos. Foi abandonado em 2001 e, em 2008, o encenador Filipe La Féria adquiriu o espaço, que será reconvertido num espaço teatral com sala de espectáculos e uma escola de artes cénicas.

No bairro de Campo de Ourique existem dois antigos cinemas que marcaram a vida cultural de Lisboa: o Cinema Europa e o Cinema Paris.

No caso do Europa, têm sido diversos os intervenientes culturais da capital a defender a reactivação do espaço como palco para um conjunto de indústrias criativas.

O caso do Quarteto, o primeiro multiplex de Portugal, é diferente: o espaço foi encerrado no final de 2007 por falta de condições de segurança, sobretudo de prevenção de incêndios. Na ocasião, o fundador do Quarteto, Pedro Bandeira Freire, tentou superar as adversidades técnicas, mas em Março de 2008 o responsável do espaço - que viria a falecer um mês depois - fechou a cadeado as portas do Quarteto.
(Quem o quiser adquirir encontra-se para vender basta fazerem uma busca na remax ou era imobilaria e encontram.)

Éden, Apolo 70, Roma(agora sede da Assembleia Municipal de Lisboa), Star, Odeon, Castil, Cine-Estúdio 222, Jardim-Cinema, foram outros cinemas, entretanto desactivados, que marcaram a vida cultural de Lisboa no século XX.

Realmente em vez de evoluirmos estamos a regredir a perder património cultural, hoje todos os que pretendem ir ao cinema procuram os grandes espaços por ser mais cómodo ou talvez mais consumista.


Penso que deviam todos escolher pequenas salas de cinema que realmente respirem cinema e não “fast-food” de cinema onde os filmes entram e saem e uma velocidade brutal, onde só passam os filmes que vendem bilhetes, não passam curtas-metragens muito interessantes, filmes espanhóis, franceses, etc. Penso que as salas de cinema de bairro morrerem é só por nossa culpa e de mais ninguém a próxima vez que for ao cinema não hesite vá a um cinema de bairro, acredite que vai-se relembrar de bastantes memórias.

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