segunda-feira, 3 de maio de 2010

Nicolau Breyner Celebra 50 anos de Carreira em Palco


Nicolau Breyner assinala neste ano meio século de carreira. E, para celebrar a data, estreia hoje, no Casino Lisboa, um espectáculo em nome próprio em que faz uma reflexão sobre os muitos papéis que já interpretou e sobre a relação que tem com o Mundo.


Aquele que dizem ser o pai das novelas portuguesas (foi co-autor da primeira feita em Portugal, "Vila Faia") não gosta de fazer balanços de carreira. Diz que nunca planeou nada na vida. Ele que, no ano passado, foi operado depois de lhe ser diagnosticado cancro da próstata, prefere falar dos projectos que quer concretizar e, nessa ordem de ideias, revela que o cinema será a próxima prioridade. Mas, no imediato, é o espectáculo de "stand- up comedy" que está no centro das suas atenções.

Num tom intimista, Nicolau promete partilhar com o público as histórias mais divertidas dos bastidores do teatro, cinema e televisão, bem como algumas das suas inquietações actuais. "Por que é que os computadores nunca funcionam?" ou "quem é que se lembrou de criar casas de banho inteligentes?".

Ao longo do espectáculo, o actor, realizador e produtor canta algumas canções, sendo acompanhado por um trio de músicos. Em palco, estará também um ecrã, no qual se projectam vídeos com cenas de arquivo, representativas de vários momentos da sua carreira.

Numa entrevista que deu ao "Jornal de Notícias", Nicolau Breyner, à beira de completar 70 anos, adiantava que este não será um espectáculo saudosista porque é "o mais anti-saudosista que existe". E acrescentou que o que levará, entre hoje e o próximo domingo, ao palco do Auditório dos Oceanos e, mais tarde, em digressão pelo país "são reflexões a brincar sobre o quotidiano de um homem da minha idade".

O espectáculo pode ser visto de terça-feira a sábado, às 22 horas, e ao domingo, às 17 horas no Casino de Lisboa.

Sócrates já começou a perder!!


O Tribunal da Relação não deu razão a José Sócrates no caso que o opôs ao ex-colunista do DN João Miguel Tavares. Os juízes consideraram que o texto José Sócrates, o Cristo da Política Portuguesa é um «mero artigo de opinião», que «não está sujeito à regra da prova dos factos», pelo que entenderam como «correcta» a decisão de não pronúncia do jornalista.


«É o que estava francamente à espera. Só no conceito de liberdade respeitosa do primeiro-ministro é que se podia pensar que a decisão fosse outra», comentou ao SOL João Miguel Tavares, que actualmente tem uma coluna de opinião no Correio da Manhã, aludindo a uma expressão usada por Sócrates num encontro com bloggers, no ano passado.

O primeiro-ministro foi condenado ao pagamento de 714 euros em custas judiciais.

Hoje assinala-se também o Dia Mundial da Liberdade de Impresa (ouviu "Sr. Engenheiro"!!!)

PSD Sobe e PS Desce! ALELUIA!


O PSD é o partido que recolhe mais intenções de voto, ultrapassando o PS. Desde que Passos Coelho assumiu a liderança, os sociais democratas subiram nove pontos percentuais e sairiam vitoriosos se as legislativas se tivesse realizado na semana passada. O partido do primeiro-ministros, José Sócrates, está em queda.


Segundo o Barómetro da Marktest, para a TSF e o Diário Económico, o PSD recolhe 39,8%, tendo subido nove pontos percentuais desde que Pedro Passos Coelho assumiu o comando do partido. A sondagem, feita a 800 pessoas de Portugal continental com telefone fixo, entre 20 e 25 de Abril, diz que o PS recolhe 34% das preferências.

Mas a subida do PSD não se faz só à custa do PS, que caiu 1,6 pontos em relação a Março. Passos também está a ir buscar simpatias ao CDS-PP, o terceiro partido mais votado nas últimas legislativas, que nesta sondagem caiu 5,4 pontos percentuais, para 4,5%.

Este é mesmo o pior valor entre os partidos mais pequenos representados no Parlamento. À frente dos centristas encontra-se a CDU (7,2%, contra 6,6 em Março) e o Bloco de Esquerda (caiu de 11 para 8%).

Apesar das mudanças nas intenções de voto, a maioria (61%) não quer eleições legislativas antecipadas, sentimento ainda mais acentuado entre socialistas: 80% rejeita nova votação. Até no PSD essa tendência se verifica: 39% quer novas eleições, 52% não.

Afinal ainda podemos ter esperança!

Petição online exige que Inês de Medeiros renuncie ao mandato JÁ!!!


A deputada Inês de Medeiros foi eleita pelo círculo de Lisboa nas últimas eleições legislativas. Mas a deputada tem residência em Paris e tinha solicitado à Assembleia da República que pagasse as viagens que efectua para a capital francesa. A questão não é nova mas ganhou novos contornos.


Um grupo de «cidadãos da República Portuguesa» criou uma petição na internet com o objectivo de «exigir que a senhora Inês de Medeiros renuncie ao cargo de deputada o mais depressa possível!».

O grupo de cidadãos considera que os dinheiros públicos devem ser utilizados em prol «da generalidade dos portugueses», e que cabe ao Estado pagar as deslocações dos deputados ao estrangeiro «mas apenas e só quando estas disserem respeito ao exercício das suas funções parlamentares».

No manifesto disponível online pode ler-se ainda que «é imoral que, numa altura em que se pedem sacrifícios aos cidadãos portugueses, a senhora deputada Inês de Medeiros não seja capaz de pagar os seus desejos cosmopolitas do seu próprio bolso e espere que sejam os contribuintes a fazê-lo».

A petição, endereçada ao presidente da Assembleia da República, ao grupo Parlamentar do PS e à própria deputada Inês de Medeiros, já recolheu quase dez mil assinaturas.

Recorde-se que Jaime Gama, Presidente da Assembleia da República, aprovou o pagamento das viagens da deputada, mas alertou que esta condição pode ser alterada caso haja uma alteração do enquadramento legal em vigor.

Limk para assinar a petição : http://www.petitiononline.com/medeiros/petition.html

De mal a PIOR "Rui Pedro Soares"


Rui Pedro Soares, ex-administrador da PT, disponibilizou-se para garantir a um membro do PS colocação no Taguspark, caso este perdesse as eleições autárquicas em Coimbra.


No âmbito do processo Face Oculta, foi interceptada e transcrita uma conversa telefónica em que Paulo Penedos (membro da Comissão Nacional do PS, vice-presidente da comissão política da concelhia de Coimbra e assessor jurídico da PT) procurou convencer o governador civil, Henrique Fernandes, a aceitar candidatar-se a presidente da Câmara de Coimbra. Este, porém, levantou reservas, pois receava perder as eleições e ficar como vereador – o que não lhe convinha, segundo afirmou, por afectar a conclusão da sua tese de doutoramento.

‘Uma coisa onde possa acabar o doutoramento’

A conversa foi a 6 de Junho, quando se preparavam as listas de candidatos às eleições autárquicas. Henrique Fernandes, que acumula o cargo de governador civil com a presidência da concelhia do PS/Coimbra, recebeu então um telefonema do seu vice, Paulo Penedos. Este insistia para que se candidatasse – mas Henrique Fernandes, que é professor universitário na Fundação Miguel Torga, tinha «apenas um ano e pouquinho» para entregar a tese de doutoramento. E explicou: «Eu gostava era de uma coisa onde pudesse acabar o doutoramento. É uma questão de brio, sou um eterno doutorado adiado».

O governador civil estava consciente de que tinha «uma vaguíssima hipótese de ganhar». Se ganhasse, tudo bem («põe-se lá um bom segundo e depois, com ordens dadas como deve ser, como no Governo Civil, a coisa endireita»). Mas «o problema é que, se um gajo perder, não fica bem na fotografia, dizer assim: ‘Eh pá, eu não sou candidato a vereador, portanto tenham um bom dia’».

Penedos prometeu-lhe então que, se se candidatasse e perdesse, ele próprio se responsabilizaria por lhe arranjar um lugar numa empresa que suportasse as suas despesas enquanto estivesse a fazer o doutoramento: «Pelo menos metade do que tu dizes que precisas eu responsabilizo-me por arranjar. Não tenho dificuldade, nas empresas com que me relaciono, de resolver isso. Precisávamos era de ter a garantia de que os outros gajos arranjavam um lugar não executivo que desse o mesmo».

De seguida, pergunta a Fernandes: «Quanto é que vencem os administradores não executivos na sociedade Metro Mondego?». O governador civil responde: «Não faço ideia, mas também se pergunta isso no sábado. (...) Pois, a questão do não executivo era a solução, pá. Porque outra coisa qualquer não resolve. Porque obriga a estar, pá».

Após referir a carga horária de um administrador não executivo («uma reunião de conselho uma vez por mês»), Penedos propõe: «Ó Henrique, se o que te separa de aceitar for isso, eu ainda hoje ponho um administrador da PT a garantir-te que tu a seguir, se não te correr bem, serás administrador não executivo do Taguspark».

O governador civil pergunta se o «Taguspark é o Thomati» e Penedos esclarece: «É o CEO, entrou na última assembleia-geral. Pusemos lá o João Carlos Silva, como executivo». Recorde-se que, na sequência de uma certidão extraída do processo Face Oculta, o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa acusou entretanto Américo Thomati, João Carlos Silva e Rui Pedro Soares pelo crime de corrupção passiva, no âmbito do chamado caso Figo.

1500 a 2000 euros

À época deste telefonema entre Penedos e Henrique Fernandes, Rui Pedro Soares negociava a compra da TVI pela PT. Segundo as conversas interceptadas, estava-lhe destinado um lugar de administrador executivo na Media Capital, proprietária da estação.

Na conversa com Henrique Fernandes (quando este insistia que o seu problema era o prazo para a entrega da tese de doutoramento), Penedos explicou o que se passava: «O Rui Pedro Soares está na iminência de querer saltar de lá. Por isso, se o que te separa de uma aceitação é isso… Eh, nessa casa dos 1500 a 2000. E depois, se alguém puder ajudar noutra, pronto, já ficavas com uma coisa composta».

Fernandes concordou: «Já. Isso equivalia a uma bolsa, dá perfeitamente. E permite-me depois voltar, não é? Mas vamos ver, vamos ver». E prometeu ligar a Penedos no dia seguinte, para lhe dar a resposta.

Paulo Penedos ligou, entretanto, a Rui Pedro Soares: «Desculpa lá estar-te a chatear. Eu vou-te pedir aqui ajuda porque talvez tu possas salvar aqui esta questão de Coimbra. Se o Henrique Fernandes perder a Câmara – que neste momento é um cenário que podemos admitir – tu achas que durante seis meses, para ele concluir a tese de doutoramento, que nós lhe conseguíamos arranjar uma avença no Tagus, de cerca de 1500 euros?».

«Não há problema»

Soares responde imediatamente que sim e acrescenta: «Mas podia ser ou seis vezes 1500 ou uma vez 7500?». Pergunta a seguir ao interlocutor qual é a formação de Henrique Fernandes e Penedos responde que «é sociólogo». O administrador da PT remata: «Compromete-te. Não há problema».

O esquema não foi posto em prática, já que o PS avançou com outro candidato – Álvaro Seco, que, confirmando os temores de Henrique Fernandes e de Penedos, viria a perder o escrutínio.

Confrontado pelo SOL com as propostas de Paulo Penedos para o lugar no Taguspark, Henrique Fernandes negou ter «alguma recordação dessas conversas». «Se as houve, não passaram de mera efabulação generosa de Paulo Penedos», acrescenta, salientando que, «se ele o fez, não me parece que isso corresponda a um comportamento menos bom».

Em relação ao facto de também não lhe ter respondido com um ‘não’ claro, o governador civil (que entretanto foi reconduzido no cargo) diz que pode ter sido por uma questão de delicadeza: «Nesse caso não lhe disse que não, deve ter sido uma resposta delicada». E terminou dizendo mesmo que nunca teve a ambição de se candidatar à autarquia: «Fui vereador e vice-presidente da Câmara durante dez anos e disse várias vezes a quem me fez essa proposta que a água não passava duas vezes debaixo da mesma ponte».

Papa/Portugal: Lojas de Fátima ameaçadas com coimas


A autarquia de Ourém promete não dar tréguas aos comerciantes de Fátima que insistam em expor artigos no exterior dos estabelecimentos, ameaçando com coimas para os infractores, «sem qualquer espécie de apelo».

«Há uma postura municipal que define regras. Fizemos uma campanha pedagógica de sensibilização dos comerciantes para a necessidade de não terem artigos expostos no exterior das lojas de uma forma desorganizada e caótica», disse à agência Lusa o presidente da Câmara, Paulo Fonseca.

O autarca sustenta que, após o período de «sensibilização sem punição», a fase actual é de «repressão».

«É a fase da imposição das regras de jogo e a postura define um conjunto de penalizações que serão aplicadas sem qualquer espécie de apelo», assegurou.

Em causa, segundo Paulo Fonseca, está a intenção da autarquia em zelar por uma nova imagem «moderna, limpa e atractiva» de Fátima aos olhos de quem a visita.

«Trata-se de preparar e construir um futuro de todos. E de dizer, com clareza, aos comerciantes que tenham essa tentação, de que o seu próprio negócio é, porventura, mais rentável e mais bem classificado do ponto de vista da sedução do cliente, se estiver devidamente limpo e apresentar uma visibilidade moderna e apelativa», frisou.

Nas ruas e espaços comerciais em redor do Santuário de Fátima a reportagem da Lusa constatou que algumas lojas mantêm diversos artigos no exterior, em recipientes vários.

Mas há também peças de vestuário a ladear portas, dependuradas da fachada do prédio, camisolas de clubes de futebol - e nestas, o futebolista Cristiano Ronaldo é omnipresente - a competirem com outras de motivos religiosos.

Questionados sobre as medidas camarárias, vários comerciantes recusaram tecer comentários à excepção de uma lojista, estabelecida no local há 23 anos, que, sob anonimato, garantiu a legalidade dos expositores que possui.

Segundo Paulo Fonseca, a «esmagadora maioria» dos comerciantes manifestou-se «sensível» à intervenção da autarquia e recebeu a postura municipal com «simpatia».

No entanto, o autarca assegurou que, a existir um infractor, «haverá sempre brigadas de fiscalização» camarárias.

«Haverá sempre uma certa coação legal para impor as regras que estiverem em vigor», disse.

Ouvido pela Lusa, Pedro Pereira, presidente da Associação Empresarial Ourém-Fátima (ACISO) defendeu a determinação da autarquia em fazer cumprir a postura municipal.

«Estamos totalmente de acordo. Somos contra expor o que quer que seja da soleira da porta [das lojas] para a rua», argumentou.

Frisando que o cumprimento das regras leva à «dignificação» do comércio numa cidade «que se quer mais limpa e ordenada», lembrou, por outro lado, que existe em Fátima uma «percentagem elevada» de comerciantes «que nunca tiveram nada [à venda] na rua».

«E esses sofrem com a concorrência desleal de quem transgride», sublinhou.

In Diário Digital / Lusa

Crise só para Alguns!


Lucros do BES sobem 17,6% para 119,1 M€ no 1º trimestre


O Banco Espírito Santo obteve um resultado líquido de 119,1 milhões de euros no primeiro trimestre, o que representa um crescimento de 17,6 por cento, num período "condicionado pela lenta recuperação da actividade económica", anunciou a instituição financeira.

E venham de lá os prémios!!

Em tempos de Crise - Preservativos Bento XVI

C.P adia investimento de 400 Milhões de Euros


C.P adia compra de 74 comboios, um investimento superior a 400 milhões de euros.


O Ministério das Obras Publicas devera cortar o investimento para reduzir a despesa pública.

Por outro lado a C.P vendeu ao Peru as antigas automotoras que estavam ao serviço da famosa Linha do Vouga (Aveiro) por cerca de 760 Mil Euros.

Agora os comboios transportam turistas até Machu-Picchu (Uma das 7 Maravilhas do Mundo).

As Tangas do "Sr. Engenheiro" !


Desta vez o Sr. Engenheiro decidi agir contra quem mais precisa neste momento, os desempregados, desempregados este que se encontram neste estado precário de vida por culpa de quem deste mesmo “Sr. Engenheiro” e das suas politicas abruptas e descabidas, meramente eleitoralistas onde a única coisa que o “Sr. Engenheiro” pretende com eles e iludir o povo e continuar com o seu pedestal de poder.


O “Sr. Engenheiro” decidiu reduzir os subsídios de desemprego e o pior e que acusa que quem ficou se emprego é porque é calão e gosta de viver á conta do estado.

Penso que quem se encontra no fundo de desemprego não se encontra nesta situação por ser calão, quem se encontra nesta situação tudo deve ao “Sr. Engenheiro” e as suas politicas de cargas fiscais ridículas que direccionam os pequenos e médios empresários para um abismo sem fundo, onde este o que fazem de dispensar os funcionários ou simplesmente abrir falência, desmantelar o seu negocio e partirem para outros países mais competitivos onde a carga fiscal e feita de forma racional e justa.

Falamos de cerca de 600 mil desempregados que durante vários anos andaram a descontar para a Segurança Social de forma religiosa e que hoje por não terem trabalho infelizmente tiveram de recorrer ao fundo de desemprego.

Qual é o favor que o “Sr. Engenheiro” está a fazer aos desempregados deste pais?

Porque não se altera de uma vez por todas o esquema da Segurança Social?

Porque?

Pois os descontos que os “calões” fizerem durante anos e anos dão jeito para muitas coisas não é “Sr. Engenheiro”?

O “Sr. Engenheiro” aumenta os impostos da classe média, abre uma caça as mais valias da Bolsa e deixa que os salários e prémios obscenos de certos gestores continuem, claro no fim de contas são todos amigos e nunca se sabe quando é que essas amizades vão dar algum jeito (exemplo: Jorge Coelho, ex-ministro do governo Socialista que hoje em dia faz para da Presidência Executiva da Mota-Engil, Eduardo Ferro Rodrigues ex-dirigente socialista, depois de todos os escândalos em seu redor (Casa Pia), hoje em dia é o Embaixador Português da OCDE, António Guterres Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, ente muitos outros).

Mas o “Sr. Engenheiro”continua no auge da sua loucura e delírio continua a anunciar os grandes investimentos e a defender as grandes obras, TGV, Aeroportos, 3ª Travessia do Tejo, entre muitas outras.

Já para não falar dos “empréstimos” á Grécia de 2 MIL MILHÕES de Euros que o Sr. Ministro das Finanças diz que nos vai ser pago (ufa fico bem mais descansado!), o “Sr. Engenheiro” devia pensar que a U.E era só emprestar a Portugal e contrapartidas nada.. Pois bem agora viu-se, espero que as contrapartidas não sejam ainda maiores!

Mas um conselho para o “Sr. Engenheiro”, os desempregados não podem pagar a factura da crise criada por si, se alguém tem de pagar esta crise é o “Sr. Engenheiro” demitindo-se e assumindo assim a “borrada” que tem feito ao longo destes anos.

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