sexta-feira, 26 de março de 2010

Adolescente despedida pelo Facebook!!



As redes sociais desempenham um papel cada vez mais central na sociedade actual, servindo mesmo para anunciar despedimentos. O caso ocorreu no Reino Unido e envolve uma adolescente a um dos gerentes da loja em que a mesma trabalhava.
Quando abriu a sua conta no Facebook, Chelsea Taylor deparou-se com uma mensagem do gerente da loja a informá-la que tinha sido despedida.


O despedimento surgiu após a jovem se ter enganado em 10 libras no troco de uma compra de biscoitos na loja Cookies in Leigh, isto apesar desta se ter oferecido para repor o valor em falta.

Os pais da jovem estão a ponderar pôr uma acção em tribunal, devido à forma como o despedimento ocorreu, uma vez que alegam que dado a mensagem ter sido deixada na parte pública da página da jovem esta foi vista por todos os que acederam à mesma.

Lady Gaga - 1 Bilião Já Era!


Lady Gaga é a primeira artista a atingir o bilião de vídeos vistos em sites como o YouTube.


Estes números referem-se apenas a «Just Dance» (273 milhões), «Bad Romance» (360 milhões) e «Poker Face» (375 milhões). A contabilidade foi da empresa Visible Measures, que analisou YouTube, Muzu, DailyMotion e Vevo.

Quanto ao novo teledisco «Telephone», um dueto com Beyoncé, já ultrapassou os dez milhões de visionamentos. Curiosamente, o vídeo mais visto de sempre é «Crank Dat», de Soulja Boy, que obteve uma audiência de 722 milhões de cliques.

Lady Gaga prepara um novo single para breve. «Alejandro» é a escolha.

The Cove - A Baia da Vergonha ( e que Vergonha!! )


Vi e sinceramente recomendo a todos para também verem este EXCELENTE documentário.

"The Cove" é realizado por Louie Psihoyos & como "convidado especial" Richard O'Barry.

O realizador Louis Psihoyos é o responsável por um magnífico documentário que nos apresenta uma devastadora e horripilante demonstração da extensão da crueldade da humanidade para com os animais. O cineasta viajou até à Baia do Taiji no Japão, uma localidade isolada que é habitada por uma extensa população de golfinhos que são constantemente massacrados pelos habitantes humanos daquela localidade que os traficam ou que os chacinam. Louis Psihoyos contou com a preciosa ajuda de Richard O'Barry, um treinador de golinhos, e da Oceanic Preservation Society, uma sociedade de activistas ecologistas, duas magnificas contribuições que auxiliaram este cineasta a desenvolver um desconcertante mas importante documentário que certamente irá chamar a atenção de qualquer espectador.

"The Cove" apresenta nos uma fantástica narrativa que resulta de uma excelente investigação que conseguiu desvendar uma atrocidade ambiental que deve ser contestada e terminada. Louie Psihoyos e a Oceanic Preservation Society embarcaram numa arriscada operação com o simples intuito de alertar o público japonês e mundial para os crimes que se cometem numa pequena localidade e para as devastadoras consequências que advêm dessas actuações criminosas contra o ecossistema. “The Cove” explora o massacre de golfinhos e cetáceos que acontece anualmente numa isolada localidade japonesa que posteriormente os comercializa em diversos mercados, como por exemplo, os da alimentação ou do entretenimento mas o elemento fundamental deste documentário não é a matança objectiva dos animais em questão porque semanalmente as potencias ocidentais são responsáveis pelo extermínio de milhares de bovinos ou caprinos, no entanto, esse massacre não é tão violento ou incompreensível como o perpetrado pelos japoneses. A polémica também é agravada porque a carne proveniente dos golinhos não é tão saudável como a dos restantes mamíferos porque apresenta um nível anormal de mercúrio, uma substância altamente perigosa, um pormenor que também é divulgado e abordado pelo documentário que ataca os responsáveis políticos daquela localidade porque fornecerem esse tipo de carne às escolas da região.”The Cove” também acompanha o emocionante caminho de arrependimento de Richard O'Barry, um conhecido treinador de golfinhos que participou activamente em “Flipper”, um famoso produto televisivo que aproximou os ocidentais dos golfinhos. Richard O'Barry capturou e treinou sem grande piedade inúmeros golfinhos mas quando um desses animais se suicidou à sua frente Richard O'Barry decidiu alterar radicalmente a sua vida e começou a defender os animais que maltratava, assim sendo, não hesitou em participar em “The Cove” e em apoiar as suas finalidade e os seus objectivos, ou seja, impedir o crescimento do tráfico de golfinhos.
As execuções das filmagens deste explicito documentário foram bastante arriscadas porque a comunidade daquela localidade não facilitou o trabalho dos investigadores, muito pelo contrario, enveredou numa verdadeira batalha contra todos os activistas que tentavam auxiliar os golfinhos e os cetáceos a sobreviverem às suas brutais execuções. As filmagens apresentam o melhor de uma investigação jornalística e o melhor de uma produção sobre espionagem porque este documentário apresenta ao espectador múltiplas informações valiosas que são exploradas e retratadas com qualidade e objectividade mas também nos oferece inúmeros momentos de ansiedade e incerteza quando os investigadores tentam descobrir o que realmente acontece na Baia do Taiji. “The Cove” também explora o lado político do massacre porque alegadamente o governo japonês sabe de tudo mas nada faz para impedir ou limitar esses acontecimentos, muito pelo contrário, exerce uma considerável e favorável influencia nos organismos internacionais que regulam essas matérias e que não criticam ou acabam com esta desnecessária atrocidade ambiental. A divulgação internacional desta produção não originou grandes repercussões internacionais porque a tradição do massacre de cetáceos e de golfinhos contínua bastante activa em várias regiões japonesas, no entanto, os movimentos contra o extermínio de golfinhos são cada vez maiores e mais fortes, assim sendo, as politicas japonesas em relação a esta questão são cada vez mais atacadas e contestadas e num futuro próximo talvez assistamos à proibição geral destas práticas violentas. “The Cove” é um excelente e inspirador documentário que merece ser visionado por qualquer espectador.

Afinal não é só em Portugal UFAHH!

Berlusconi suspeito de pressões sobre
a televisão.


O primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi terá de responder ao delegado do procurador-geral da República na cidade de Roma por alegadas pressões que terá feito para que fosse suspenso o programa Annozero, da Rai Due.
A decisão foi tomada hoje numa reunião do procurador Giovanni Ferrara com o seu adjunto Alberto Caperna e outros colaboradores. A Autoridade das Comunicações, por seu turno, aplicou uma multa de 100 mil euros cada à Tg1 e à Tg5, pelo favorecimento informativo do Povo da Liberdade (PdL), de Berlusconi em relação ao Partido Democrático (PD, de centro-esquerda), dirigido por Pier Luigi Bersani. E também pela presença marginal das novas listas concorrentes às regionais de 28 e 29 de Março.


Cerca de 41 milhões de italianos são chamados às urnas para eleger 13 presidentes de região, os respectivos conselhos regionais, quatro presidentes de província e 463 presidentes de municípios.

Entre as 13 regiões em liça, num total de 20 que há no país, encontram-se nove das dez maiores: Lombardia, Campânia, Veneto, Lácio, Piemonte, Emília Romana, Apúlia, Toscana e Calábria.

A haver necessidade de segunda volta, nas provinciais e municipais, ela será nos dias 11 e 12 de Abril.

Até há algumas semanas Berlusconi parecia o grande favorito, mas uma série de casos de corrupção e a exclusão do seu partido no Lácio, devido a irregularidades nas candidaturas, poderão vir a prejudicá-lo.

PEC foi "Aprovado"


O projecto de resolução do PS sobre o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) foi hoje aprovado com a abstenção do PSD e os votos contrários de todas as outras bancadas da oposição.

Após a votação da iniciativa socialista, o deputado do PSD Miguel Frasquilho anunciou a apresentação de uma declaração de voto da sua bancada e os deputados Paulo Mota Pinto e Pedro Rodrigues (que defendiam o voto contra) anunciaram declarações de voto em nome de vários deputados.


Já os projectos de resolução de BE e PCP, no sentido de rejeitar o PEC, foram chumbados com os votos contra de PS, PSD e CDS-PP, numa sessão plenária que contou com a presença de 216 deputados.

Em resultado das negociações com o PSD, o PS retirou do seu projecto de resolução sobre o PEC o apoio à estratégia, aos objectivos e às medidas contidas neste programa do Governo.

A nova versão do projecto de resolução socialista constitui uma declaração de "apoio à consolidação orçamental constante do PEC", assumindo "a necessidade de redução do défice para 2,8 por cento".

Anteriormente, o projecto de resolução do PS expressava um apoio da Assembleia da República à "estratégia de consolidação orçamental constante do PEC" e nele eram assumidos "os objectivos e as medidas do PEC no sentido da redução do défice para 2,8 por cento".

Estes dois pontos da versão inicial do projecto de resolução do PS foram reunidos num só.

Além disso, o projecto do PS passou a incluir, como resolução da Assembleia da República, dois novos pontos, sendo o primeiro "reconhecer a prioridade conferida à redução da despesa pública, em particular a redução da despesa corrente".

Deputados convictos que Governo apadrinhou Magalhães

A comissão de inquérito ao computador Magalhães e à actuação da Fundação para as Comunicações Móveis (FCM) ainda vai entrar na recta final dos trabalhos, mas os partidos da oposição entendem que já há conclusões a retirar do conjunto de audições realizadas. Pela comissão já passaram o antigo ministro da tutela Mário Lino, o presidente da FCM, Mário Franco, e, no decurso desta semana, os presidentes da Vodafone e da Sonaecom (dona da Optimus), António Coimbra e Ângelo Paupério, respectivamente.
Segundo o PSD, CDS, PCP e Bloco de Esquerda (BE), as audições destes dois responsáveis indiciam que a definição das características do portátil para os alunos do primeiro ciclo coube ao Governo e não aos operadores, como foi dito várias vezes por Mário Lino. Quando elegeram o Magalhães, as empresas de telecomunicações fizeram uma "escolha totalmente condicionada pela única opção que existia no mercado" e que era o computador da JP Sá Couto, resumiu Bruno Dias, do PCP.


Pedro Filipe Soares, do BE, frisou que as definições que a FCM deu, em Setembro de 2008, aos operadores para a escolha do portátil do e-escolinhas "foram feitas à medida para encaixar no Magalhães", dizendo querer ver esclarecido se foi o Estado que pagou a apresentação pública do portátil, no final de Julho de 2008, no Pavilhão Atlântico. E apontou o secretário de Estado das Comunicações Paulo Campos como "a peça central" do processo e-escolinhas, considerando que o governante "esteve presente em todos os momentos e em todos os acordos" relacionados com o programa.

Hélder Amaral, do CDS, também questionou o facto de a JP Sá Couto anunciar na cerimónia do Pavilhão Atlântico um investimento elevado em portáteis para crianças, quando ainda não estava sequer formalizado com os operadores que seria a futura fornecedora do e-escolinhas. "Foi tudo feito depois, mas o computador já existia", disse o deputado centrista.

Também parece ser consensual para a oposição que a ideia de criar a fundação para gerir os programas de computadores partiu do Governo e não dos operadores. Hélder Amaral considera que, se ainda restam dúvidas "quanto à sua utilidade e figura jurídica", ficou evidente que "é gerida sem rigor e transparência" e que há incertezas quanto ao "dinheiro que circulou entre o Governo e a fundação e mesmo entre a fundação e operadores". Bruno Dias, que requereu o regresso de Mário Franco à comissão, considerou que "mesmo que se queira ignorar a polémica sobre se as verbas que vêm dos operadores são ou não dinheiros públicos, há despesa concreta do Orçamento do Estado [36 milhões de euros da Anacom e 178 milhões de euros da Acção Social Escolar]" que foi "encaminhada de forma muito pouco transparente para este processo".

Jorge Costa, do PSD, salientou ainda que "houve dinheiro público que serviu para pagar o Magalhães, quando o Governo andou a dizer que o programa se pagava a ele próprio" e apontou o dedo "à ligeireza" que envolveu todos os procedimentos relacionados com as e-iniciativas, "em que se entregavam computadores sem haver contratos assinados".

O social-democrata disse também querer perceber junto de Zeinal Bava, presidente da PT (dona da TMN), que vai hoje à noite à comissão, por que é que a empresa fez um investimento inicial de 11,5 milhões de euros no e-escolinhas, que compara com um milhão de euros da Zon, 250 mil euros da Vodafone e 100 mil euros da Sonaecom. Jorge Costa considera ainda que depois das conclusões finais da comissão (que deverão ser conhecidas no final de Abril) "é preciso comparar tudo o que foi dito pelo Governo" sobre a FCM e os programas de computadores.

Do lado do PS, Ramos Preto recusou "emitir juízos de valor", frisando que "enquanto a comissão não esgotar os trabalhos, não pode haver conclusões".

Na era dos códigos!

Já chegamos a era dos códigos, mas o código mas importante deveria ser aplicado neste caso, o código civil.

Declaração de Apoio ao Paulo Rangel


Declaração de Apoio ao Paulo Rangel


O Partido Social-Democrata atravessa um período crucial para o seu futuro, por isso precisamos eleger um líder para o futuro, com uma estratégia de futuro com uma visão que consiga construir uma Portugal moderno e desenvolvido.

Considero que a candidatura do Paulo Rangel é aquela que melhor serve os interesses do PSD e de Portugal.

Eu apoio a candidatura do Paulo Rangel à liderança do PSD.

Vejo no Paulo Rangel todas as qualidades necessárias para promover a mudança que o Partido precisa neste momento, sem duvida o Paulo Rangel é o melhor candidato posicionado para enfrentar, com êxito, o actual Primeiro-Ministro e este deprimente governo do Partido Socialista que tem afundado Portugal.

Paulo Rangel tem todas as qualidades necessárias para dar um novo rumo ao PSD. Um rumo virado para o futuro, para a modernidade e para os novos desafios que Portugal precisa de vencer.

Por isso, considero que não devemos perder tempo e apostar, decidida e entusiasticamente, em Paulo Rangel.

Marcos Tavares de Carvalho

Militante n º 87860

Secretário-geral da JSD Secção H

Vogal da Comissão Politica Distrital da JSD Lisboa

sexta-feira, 19 de março de 2010

A lista de prendas de Manuel Godinho

O empresário da sucata Manuel Godinho, preso preventivamente no âmbito do processo Face Oculta, enviava todos os anos, no Natal, centenas de prendas a políticos, autarcas, gestores de empresas públicas e funcionários de organismos do Estado.


O tipo de presente, os valores e os nomes dos destinatários – classificados de A a F, em função da importância que cada um assumia para Godinho – constam de centenas de documentos, com datas compreendidas entre 2002 e 2007, que foram apreendidos pela Polícia Judiciária (PJ) nas buscas às empresas e a casa do empresário.

Para o Ministério Público (MP), estas listas constituem uma das provas do «projecto delituoso» construído pelo empresário de Ovar para obter vantagens para as suas empresas.

Além disso, é demonstrativo da forma como Godinho encarava as suas relações empresariais: estabelecendo uma teia de «cumplicidades», que estes presentes procuravam potenciar, a qual podia ir do primeiro-ministro ao chefe de segurança de um armazém de uma grande empresa.

Sócrates como AAA


Nos documentos apreendidos pela PJ, o nome do primeiro-ministro surge duas vezes: nas listas dos presentes de Natal de 2004 (altura em que Sócrates era já líder do PS) e nas de 2006.

O sucateiro destina-lhe um decantador de cristal com base em prata (no valor de 685 euros) no primeiro ano, e uma caneta Montblanc e um relógio (sem referência ao que custam), no segundo.

A classificação atribuída pelo sucateiro ao líder socialista, num ano e no outro, é AAA – ou seja, tão importante como Armando Vara e Jorge Coelho (outros dirigentes socialista a quem Godinho pretendeu dar presentes de Natal), António Mexia, presidente da EDP, ou a ex-secretária de Estado dos Transportes Ana Paula Vitorino (cujo nome só surge uma vez).

in Sol

Dia Mundial da Poesia


Sugestões para o Dia Mundial da Poesia
A primeira sugestão para o dia Mundial da Poesia, que se comemora este Domingo, 21 de Março, é: ler poesia. Em alternativa, pode ouvir poesia - a Antena 2 vai emitir, ao longo de todo o dia, poemas ditos por Graça Lobo e Jorge Silva Melo. À noite, o SAPO vai transmitir em directo um Café-Poesia.
Livros,Feiras & Livrarias
Se a opção for pela leitura, tem, para além das bibliotecas, várias livrarias mais ou menos especializadas a que recorrer (em Lisboa, a Poesia Incompleta, a Trama, a Cotovia, a Assírio & Alvim; no Porto, a Poetria). Isto para além das maiores, generalistas - a Bertrand, por exemplo, tem uma promoção no Dia Mundial da Poesia em que, na compra de um livro de poesia, o leitor recebe outro. Uma outra hipótese, sobretudo se a Primavera ajudar, é a feira da poesia no Jardim Teófilo Braga (Jardim da Parada, Campo de Ourique, das 10h00 às 19h00) que decorre até Domingo.
Já a FNAC e a Assírio assinalam o dia com a edição de Resumo - A poesia em 2009, um livro que reúne uma selecção dos melhores poemas publicados em Portugal em 2009, segundo as escolhas de José Alberto Oliveira, José Tolentino Mendonça, Luís Miguel Queirós e Manuel de Freitas. O livro custa apenas 4 euros e as receitas revertem na totalidade para a AMI/ Info Exclusão.

Fora de casa
Em Lisboa, o Centro Cultural de Belém programou para este dia também uma feira do livro, e ainda sessões de leitura e declamação (abertas ao público), oficinas e actividades para famílias, sessões de cinema, música, uma maratona de leitura de Álvaro de Campos, uma mostra de poesia urbana dita e cantada, e uma exposição de poesia experimental de Salette Tavares.
Café-Poesia transmitido online

A Presidência da República vai ser anfitriã de um Café-Poesia que reúne artistas e poetas de diversas gerações. Este evento vai ter transmissão directa online, através do SAPO, a partir das 21h30. O endereço da página estará disponível, no SAPO Livros, a partir das 21h00 de Domingo.
Cada um dos convidados para o Café-Poesia irá partilhar um poema de língua portuguesa que lhe seja especial. Presentes estarão, entre outros, Ruy de Carvalho, Eunice Muñoz, Carminho, Ricardo Ribeiro, Emília Silvestre (que abre a sessão com a representação de “A Carta da Corcunda para o Serralheiro”, de Fernando Pessoa, um fragmento do espectáculo “Turismo Infinito”, encenado por Ricardo Pais), Alice Vieira, Casimiro de Brito, Emília Nadal, Eugénia Melo e Castro, Jorge Reis Sá, José Eduardo Agualusa, José Tolentino de Mendonça, Luísa Costa Gomes, Maria Alberta Menéres, Maria João Seixas, Nuno Júdice, Valter Hugo Mãe e Vasco Graça Moura.

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