quinta-feira, 29 de abril de 2010

Filhos separados do pai


Após o divórcio, a mágoa e o rancor da separação resultam muitas vezes numa guerra das mulheres para privarem o pai dos filhos. O fenómeno chama-se alienação parental e tem como objectivo manipular um filho para odiar o pai.

Ah pois é a culpa é da crise e tal e coisa!!


Governo admite reavaliar grandes projectos de investimento


O Ministro das Finanças admitiu esta quinta-feira que os grandes projectos de investimento programados pelo Governo possam ser reavaliados face às actuais dificuldades financeiras que o País atravessa.

Numa conferência de imprensa, Teixeira dos Santos salientou que essa reavaliação das grandes obras públicas é feita no quadro das dificuldades orçamentais e da pressão sobre a dívida pública e será limitada aos investimentos que o Governo ainda não contratualizou, frisou.

Escusando-se a concretizar se a decisão do Executivo significa um adiamento nos projectos da alta velocidade ferroviária (TGV) e o novo aeroporto de Lisboa, o ministro explicou que essa resposta será concretizada, na altura devida, por António Mendonça, que tutela as Obras Públicas Transportes e Comunicações.

Ainda, segundo Teixeira dos Santos, que falava no final da reunião do Conselho de Ministros, existem condições, com as medidas já aprovadas (e antecipadas) e com a execução orçamental até Abril, para que o défice orçamental de 2010 fique abaixo dos 8,3% do PIB. Este optimismo do ministro das Finanças é avançado «sem compromisso», ressalvou.

Por seu lado, o ministro da Presidência, anunciou (antes das declarações do titular das Finanças) que o Governo deu luz verde a um diploma que viabiliza a concessão de empréstimos e crédito a países da zona euro.

Pedro Silva Pereira explicou, na conferência de imprensa que seguiu à reunião do Executivo, que a iniciativa visa "possibilitar que Portugal participe no esforço europeu de apoio à Grécia e defesa da zona euro".

PGR avança com a queixa contra Rui Pedro Soares


A Procuradoria-Geral da República deu andamento à queixa apresentada pelos deputados pela recusa do ex-administrador da PT Rui Pedro Soares em responder às perguntas da comissão parlamentar de inquérito, anunciou hoje o presidente da comissão.


«Fui agora informado que a PGR deu andamento à queixa apresentada por recusa do Dr. Rui Pedro Soares em responder às perguntas aqui na comissão», informou Mota Amaral durante a audição e José Eduardo Moniz, que está a decorrer no Parlamento.

A participação relativa à recusa do ex-administrador da PT Rui Pedro Soares em responder a perguntas da comissão parlamentar de inquérito sobre o caso TVI foi enviada na sexta-feira passada pelo procurador-geral da República para apreciação do Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa.

Chamado a depor na comissão parlamentar de inquérito sobre um plano para compra da TVI, o ex-administrador da PT Rui Pedro Soares recusou-se a responder a perguntas dos deputados invocando o direito ao silêncio, na qualidade de arguido num processo judicial.

Rui Pedro Soares foi recentemente acusado de corrupção passiva no chamado caso Taguspark, relacionado com a celebração de um contrato entre esta sociedade de capitais maioritariamente públicos e o futebolista Luís Figo.

Na sequência desta recusa, a comissão de inquérito decidiu enviar um ofício ao presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, para que este notificasse o PGR do cometimento do crime de desobediência qualificada por parte de Rui Pedro Soares.

Esta decisão foi tomada através de um requerimento, que foi aprovado com a abstenção dos deputados do PS e do presidente da comissão de inquérito, Mota Amaral, e os votos favoráveis de todos os restantes deputados.

O regime jurídico dos inquéritos parlamentares estabelece que «a falta de comparência, a recusa de depoimento ou o não cumprimento de ordens legítimas de uma comissão parlamentar de inquérito no exercício das suas funções constituem crime de desobediência qualificada, para os efeitos previstos no Código Penal».

De acordo com o Código Penal, o crime de desobediência qualificada é punido com pena de prisão até dois anos ou multa até 240 dias.

Criada por requerimento potestativo do PSD e do BE, a comissão de inquérito parlamentar tem como objecto «apurar se o Governo, directa ou indirectamente, interveio na operação conducente à compra da TVI e, se o fez, de que modo e com que objectivos».

Além disso, a comissão visa «apurar se o primeiro-ministro disse a verdade ao Parlamento, na sessão plenária de 24 de Junho de 2009», quando referiu que não tinha sido informado sobre o plano.

in Diário Digital / Lusa

sexta-feira, 26 de março de 2010

Adolescente despedida pelo Facebook!!



As redes sociais desempenham um papel cada vez mais central na sociedade actual, servindo mesmo para anunciar despedimentos. O caso ocorreu no Reino Unido e envolve uma adolescente a um dos gerentes da loja em que a mesma trabalhava.
Quando abriu a sua conta no Facebook, Chelsea Taylor deparou-se com uma mensagem do gerente da loja a informá-la que tinha sido despedida.


O despedimento surgiu após a jovem se ter enganado em 10 libras no troco de uma compra de biscoitos na loja Cookies in Leigh, isto apesar desta se ter oferecido para repor o valor em falta.

Os pais da jovem estão a ponderar pôr uma acção em tribunal, devido à forma como o despedimento ocorreu, uma vez que alegam que dado a mensagem ter sido deixada na parte pública da página da jovem esta foi vista por todos os que acederam à mesma.

Lady Gaga - 1 Bilião Já Era!


Lady Gaga é a primeira artista a atingir o bilião de vídeos vistos em sites como o YouTube.


Estes números referem-se apenas a «Just Dance» (273 milhões), «Bad Romance» (360 milhões) e «Poker Face» (375 milhões). A contabilidade foi da empresa Visible Measures, que analisou YouTube, Muzu, DailyMotion e Vevo.

Quanto ao novo teledisco «Telephone», um dueto com Beyoncé, já ultrapassou os dez milhões de visionamentos. Curiosamente, o vídeo mais visto de sempre é «Crank Dat», de Soulja Boy, que obteve uma audiência de 722 milhões de cliques.

Lady Gaga prepara um novo single para breve. «Alejandro» é a escolha.

The Cove - A Baia da Vergonha ( e que Vergonha!! )


Vi e sinceramente recomendo a todos para também verem este EXCELENTE documentário.

"The Cove" é realizado por Louie Psihoyos & como "convidado especial" Richard O'Barry.

O realizador Louis Psihoyos é o responsável por um magnífico documentário que nos apresenta uma devastadora e horripilante demonstração da extensão da crueldade da humanidade para com os animais. O cineasta viajou até à Baia do Taiji no Japão, uma localidade isolada que é habitada por uma extensa população de golfinhos que são constantemente massacrados pelos habitantes humanos daquela localidade que os traficam ou que os chacinam. Louis Psihoyos contou com a preciosa ajuda de Richard O'Barry, um treinador de golinhos, e da Oceanic Preservation Society, uma sociedade de activistas ecologistas, duas magnificas contribuições que auxiliaram este cineasta a desenvolver um desconcertante mas importante documentário que certamente irá chamar a atenção de qualquer espectador.

"The Cove" apresenta nos uma fantástica narrativa que resulta de uma excelente investigação que conseguiu desvendar uma atrocidade ambiental que deve ser contestada e terminada. Louie Psihoyos e a Oceanic Preservation Society embarcaram numa arriscada operação com o simples intuito de alertar o público japonês e mundial para os crimes que se cometem numa pequena localidade e para as devastadoras consequências que advêm dessas actuações criminosas contra o ecossistema. “The Cove” explora o massacre de golfinhos e cetáceos que acontece anualmente numa isolada localidade japonesa que posteriormente os comercializa em diversos mercados, como por exemplo, os da alimentação ou do entretenimento mas o elemento fundamental deste documentário não é a matança objectiva dos animais em questão porque semanalmente as potencias ocidentais são responsáveis pelo extermínio de milhares de bovinos ou caprinos, no entanto, esse massacre não é tão violento ou incompreensível como o perpetrado pelos japoneses. A polémica também é agravada porque a carne proveniente dos golinhos não é tão saudável como a dos restantes mamíferos porque apresenta um nível anormal de mercúrio, uma substância altamente perigosa, um pormenor que também é divulgado e abordado pelo documentário que ataca os responsáveis políticos daquela localidade porque fornecerem esse tipo de carne às escolas da região.”The Cove” também acompanha o emocionante caminho de arrependimento de Richard O'Barry, um conhecido treinador de golfinhos que participou activamente em “Flipper”, um famoso produto televisivo que aproximou os ocidentais dos golfinhos. Richard O'Barry capturou e treinou sem grande piedade inúmeros golfinhos mas quando um desses animais se suicidou à sua frente Richard O'Barry decidiu alterar radicalmente a sua vida e começou a defender os animais que maltratava, assim sendo, não hesitou em participar em “The Cove” e em apoiar as suas finalidade e os seus objectivos, ou seja, impedir o crescimento do tráfico de golfinhos.
As execuções das filmagens deste explicito documentário foram bastante arriscadas porque a comunidade daquela localidade não facilitou o trabalho dos investigadores, muito pelo contrario, enveredou numa verdadeira batalha contra todos os activistas que tentavam auxiliar os golfinhos e os cetáceos a sobreviverem às suas brutais execuções. As filmagens apresentam o melhor de uma investigação jornalística e o melhor de uma produção sobre espionagem porque este documentário apresenta ao espectador múltiplas informações valiosas que são exploradas e retratadas com qualidade e objectividade mas também nos oferece inúmeros momentos de ansiedade e incerteza quando os investigadores tentam descobrir o que realmente acontece na Baia do Taiji. “The Cove” também explora o lado político do massacre porque alegadamente o governo japonês sabe de tudo mas nada faz para impedir ou limitar esses acontecimentos, muito pelo contrário, exerce uma considerável e favorável influencia nos organismos internacionais que regulam essas matérias e que não criticam ou acabam com esta desnecessária atrocidade ambiental. A divulgação internacional desta produção não originou grandes repercussões internacionais porque a tradição do massacre de cetáceos e de golfinhos contínua bastante activa em várias regiões japonesas, no entanto, os movimentos contra o extermínio de golfinhos são cada vez maiores e mais fortes, assim sendo, as politicas japonesas em relação a esta questão são cada vez mais atacadas e contestadas e num futuro próximo talvez assistamos à proibição geral destas práticas violentas. “The Cove” é um excelente e inspirador documentário que merece ser visionado por qualquer espectador.

Afinal não é só em Portugal UFAHH!

Berlusconi suspeito de pressões sobre
a televisão.


O primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi terá de responder ao delegado do procurador-geral da República na cidade de Roma por alegadas pressões que terá feito para que fosse suspenso o programa Annozero, da Rai Due.
A decisão foi tomada hoje numa reunião do procurador Giovanni Ferrara com o seu adjunto Alberto Caperna e outros colaboradores. A Autoridade das Comunicações, por seu turno, aplicou uma multa de 100 mil euros cada à Tg1 e à Tg5, pelo favorecimento informativo do Povo da Liberdade (PdL), de Berlusconi em relação ao Partido Democrático (PD, de centro-esquerda), dirigido por Pier Luigi Bersani. E também pela presença marginal das novas listas concorrentes às regionais de 28 e 29 de Março.


Cerca de 41 milhões de italianos são chamados às urnas para eleger 13 presidentes de região, os respectivos conselhos regionais, quatro presidentes de província e 463 presidentes de municípios.

Entre as 13 regiões em liça, num total de 20 que há no país, encontram-se nove das dez maiores: Lombardia, Campânia, Veneto, Lácio, Piemonte, Emília Romana, Apúlia, Toscana e Calábria.

A haver necessidade de segunda volta, nas provinciais e municipais, ela será nos dias 11 e 12 de Abril.

Até há algumas semanas Berlusconi parecia o grande favorito, mas uma série de casos de corrupção e a exclusão do seu partido no Lácio, devido a irregularidades nas candidaturas, poderão vir a prejudicá-lo.

PEC foi "Aprovado"


O projecto de resolução do PS sobre o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) foi hoje aprovado com a abstenção do PSD e os votos contrários de todas as outras bancadas da oposição.

Após a votação da iniciativa socialista, o deputado do PSD Miguel Frasquilho anunciou a apresentação de uma declaração de voto da sua bancada e os deputados Paulo Mota Pinto e Pedro Rodrigues (que defendiam o voto contra) anunciaram declarações de voto em nome de vários deputados.


Já os projectos de resolução de BE e PCP, no sentido de rejeitar o PEC, foram chumbados com os votos contra de PS, PSD e CDS-PP, numa sessão plenária que contou com a presença de 216 deputados.

Em resultado das negociações com o PSD, o PS retirou do seu projecto de resolução sobre o PEC o apoio à estratégia, aos objectivos e às medidas contidas neste programa do Governo.

A nova versão do projecto de resolução socialista constitui uma declaração de "apoio à consolidação orçamental constante do PEC", assumindo "a necessidade de redução do défice para 2,8 por cento".

Anteriormente, o projecto de resolução do PS expressava um apoio da Assembleia da República à "estratégia de consolidação orçamental constante do PEC" e nele eram assumidos "os objectivos e as medidas do PEC no sentido da redução do défice para 2,8 por cento".

Estes dois pontos da versão inicial do projecto de resolução do PS foram reunidos num só.

Além disso, o projecto do PS passou a incluir, como resolução da Assembleia da República, dois novos pontos, sendo o primeiro "reconhecer a prioridade conferida à redução da despesa pública, em particular a redução da despesa corrente".

Deputados convictos que Governo apadrinhou Magalhães

A comissão de inquérito ao computador Magalhães e à actuação da Fundação para as Comunicações Móveis (FCM) ainda vai entrar na recta final dos trabalhos, mas os partidos da oposição entendem que já há conclusões a retirar do conjunto de audições realizadas. Pela comissão já passaram o antigo ministro da tutela Mário Lino, o presidente da FCM, Mário Franco, e, no decurso desta semana, os presidentes da Vodafone e da Sonaecom (dona da Optimus), António Coimbra e Ângelo Paupério, respectivamente.
Segundo o PSD, CDS, PCP e Bloco de Esquerda (BE), as audições destes dois responsáveis indiciam que a definição das características do portátil para os alunos do primeiro ciclo coube ao Governo e não aos operadores, como foi dito várias vezes por Mário Lino. Quando elegeram o Magalhães, as empresas de telecomunicações fizeram uma "escolha totalmente condicionada pela única opção que existia no mercado" e que era o computador da JP Sá Couto, resumiu Bruno Dias, do PCP.


Pedro Filipe Soares, do BE, frisou que as definições que a FCM deu, em Setembro de 2008, aos operadores para a escolha do portátil do e-escolinhas "foram feitas à medida para encaixar no Magalhães", dizendo querer ver esclarecido se foi o Estado que pagou a apresentação pública do portátil, no final de Julho de 2008, no Pavilhão Atlântico. E apontou o secretário de Estado das Comunicações Paulo Campos como "a peça central" do processo e-escolinhas, considerando que o governante "esteve presente em todos os momentos e em todos os acordos" relacionados com o programa.

Hélder Amaral, do CDS, também questionou o facto de a JP Sá Couto anunciar na cerimónia do Pavilhão Atlântico um investimento elevado em portáteis para crianças, quando ainda não estava sequer formalizado com os operadores que seria a futura fornecedora do e-escolinhas. "Foi tudo feito depois, mas o computador já existia", disse o deputado centrista.

Também parece ser consensual para a oposição que a ideia de criar a fundação para gerir os programas de computadores partiu do Governo e não dos operadores. Hélder Amaral considera que, se ainda restam dúvidas "quanto à sua utilidade e figura jurídica", ficou evidente que "é gerida sem rigor e transparência" e que há incertezas quanto ao "dinheiro que circulou entre o Governo e a fundação e mesmo entre a fundação e operadores". Bruno Dias, que requereu o regresso de Mário Franco à comissão, considerou que "mesmo que se queira ignorar a polémica sobre se as verbas que vêm dos operadores são ou não dinheiros públicos, há despesa concreta do Orçamento do Estado [36 milhões de euros da Anacom e 178 milhões de euros da Acção Social Escolar]" que foi "encaminhada de forma muito pouco transparente para este processo".

Jorge Costa, do PSD, salientou ainda que "houve dinheiro público que serviu para pagar o Magalhães, quando o Governo andou a dizer que o programa se pagava a ele próprio" e apontou o dedo "à ligeireza" que envolveu todos os procedimentos relacionados com as e-iniciativas, "em que se entregavam computadores sem haver contratos assinados".

O social-democrata disse também querer perceber junto de Zeinal Bava, presidente da PT (dona da TMN), que vai hoje à noite à comissão, por que é que a empresa fez um investimento inicial de 11,5 milhões de euros no e-escolinhas, que compara com um milhão de euros da Zon, 250 mil euros da Vodafone e 100 mil euros da Sonaecom. Jorge Costa considera ainda que depois das conclusões finais da comissão (que deverão ser conhecidas no final de Abril) "é preciso comparar tudo o que foi dito pelo Governo" sobre a FCM e os programas de computadores.

Do lado do PS, Ramos Preto recusou "emitir juízos de valor", frisando que "enquanto a comissão não esgotar os trabalhos, não pode haver conclusões".

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